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Mamografia... Como doi!

Por: Dr. Rubens Paulo Gonçalves
Publicado em: 08/10/2010

Sou Ginecologista há 40 anos. Com o passar do tempo, vi o aprimoramento técnico nas mais diversas áreas da ciência médica. Na área de Radiologia, foram conseguidas coisas incríveis: as Tomografias, as Ultrasonografias, as Ressonâncias Magnéticas, para não falar das Cintilografias, Angiografias etc, que facilitaram os diagnósticos nos trazendo imagens com resolutividade cada vez maior. Há quarenta anos, escuto a mesma queixa quando peço uma Mamografia! ̶ Doutor! Não tem outro exame que substitua esse? Dói muito! Não posso fazer uma Ultrasonografia de Mama? A resposta é sempre a mesma!: ̶ Minha Senhora! A mamografia é insubstituível! A Ultrasonografia, não mostra as mesmas coisas que a Mamografia! A conversa sempre termina assim: ̶ Poderiam inventar algum exame que doesse menos não é Doutor? Cansado de ouvir as mesmas queixas sem poder dar qualquer solução á elas, venho de público manifestar minha insatisfação com quem quer que seja o responsável ou responsáveis por pesquisas nessa área. Não é possível, que se continuem fazendo dos seios uma “pizza”, de tanto que os amassam para poder radiografá-los! Quanto menor o seio, então, mais sofrem as coitadas. Puxam até a pele do pescoço! Se alguém tem prótese de silicone, ao submeter-se a tal exame, tem a impressão que a prótese vai estourar. O máximo de inovação foi a invenção de uma nova forma de revelação, a Mamografia Digital que nos fornece imagens melhores , mas não deixa de fazer a tal “pizza”. Finalmente, acho que encontrei uma explicação para o imobilismo cientifico nessa área: “ OS PESQUISADORES SÃO HOMENS”. Eles não fazem idéia como o exame dói. Gostaria de propor então uma solução para o problema: Vamos instituir um exame dos testículos que seja feito sempre em um mamógrafo: Uma “testiculografia” Que tal? Tenho certeza que se isso acontecesse a grita por um outro método seria tão grande que em muito pouco tempo teríamos um equipamento diferente e um exame totalmente indolor! Esperando que minha colaboração seja recebida por uma mulher editora agradeço a divulgação de minha indignação que com certeza não é só minha, mas de muitos Ginecologistas como eu, e de milhares de mulheres que se submetem a esse exame. São Paulo 23 de Setembro de 2010 Dr. Rubens Paulo Gonçalves CRM 15167 Diretor do Centro Ginecológico Obstétrico Paulista Membro do Corpo Clínico do Hospital Albert Einstein CGOPA@ATTGLOBAL.NET


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